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Líricas do nada (e outros rabiscos)
a alma da janela
sexta-feira, 23 de abril de 2010
buraco negro
ah, enfim eu, em minha
cápsula espacial,
lançado aos...
– Céus!
É de madeira.
1 comentários:
Rommy
disse...
Pequeno verso misterioso e profundo como o buraco negro.
28 de agosto de 2010 20:32
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"eu trabalho para o nada espalhando pelo chão; sou solidão a dançar com a língua no formigueiro" (Frejat)
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1 comentários:
Pequeno verso misterioso e profundo como o buraco negro.
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