cheirei palavras
materializadas
pelo bater de olhos
sobre as coisas
no caminho
moinho
de volta
entre bolinhas pretas
de assoalho
e rebite
de chapa de alumínio,
gases carbônicos
de desconhecimento
a métrica é não
ter
mé
tri
ca
o
flu
xo
é
o
desfluxo do alento
sono meu se perde
multidão
de reflexos
amorfos
reflexões
subterrâneas
luzes
subalternas
sobrealternadas
livros
parados
nas estantes
sem leitura
mas tem face
e
tem
tra
ços
e gestos talvez
coisa que in-forma
e
se
vai
até
a
pró
xi
ma
estação de desejos
vidas se
abrem
portas
se
fecham
portas
se abrem...
onde estão
as
vidas?
sábado, 5 de julho de 2008
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